24.10.12

Identificando crina animal e crina sintética




Fato: Aí está um erro comum. É muito falado sobre crina animal e “crina sintética”. Na verdade, a crina é sempre animal, pois tratam-se de fios biológicos presentes na família dos Equinos  Portanto, teoricamente não existem “crinas sintéticas”, uma vez que o termo seria simplesmente “fios de nylon”. 

A superioridade de qualidade e desempenho da crina em cima do nylon é evidente, pois a crina possui micro escamas que, naturalmente, já dão um pouco de atrito, e se juntar com breu, resulta numa combinação poderosa e eficiente para a finalidade, sendo que as partículas do breu ficam presas entre as escamas naturais da crina. Já o nylon é completamente liso, o que o torna bastante limitado para fricção, e para segurar breu nos fios. Há alguns tipos de crina. 

A classificação mais reduzida seria a crina branca e a preta. A crina preta tem maior capacidade de fricção, devido às características de suas escamas, que são mais abundantes no que na branca. 
 
Porém, as crinas pretas são recomendadas apenas para instrumentos que exigem maior fricção com as cordas, como o Violoncelo e o Contrabaixo. Nos violinos e Violas, o “agarre” é tanto que chega distorcer o som, portanto, recomendado o uso de crina branca nesses dois instrumentos. Mas como diferenciar uma crina genuína de fios de nylon?

Solução: A resposta é mais simples do que a explicação dada. Basta arrancar um fio do arco. Com um isqueiro ou fósforo, queime a ponta do fio.

Se o cheiro que subir for característico de cabelo queimado, e ela não insistir em manter uma chama acesa no fio durante o processo, é crina genuína, pois essas são características de fios biológicos. Agora, se subir cheiro de plástico queimado, e o fio insistir em manter uma chama acesa, mesmo que por um segundo, é nylon sintético. 



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