21.10.12

Como Melhorar desempenho de cavaletes intermediários?

Cavaletes como os Aubert®***, Baush® e Teller® são cavaletes simples, porém, possuem um desempenho razoável com seu custoXbenefício, tornando-os muito procurados por músicos que não possuem muitas condições de comprar um Aubert Mirencourt Deluxe (média de R$ 100,00) ou outro mais caro. Mas há um jeito de melhorar seu desempenho, não muito, mas a melhora é perceptível.

O que fazer ?:
 O cavalete já deve ter sido devidamente adaptado ao instrumento, não precisando mais nenhum tipo de lapidação. Numa panela pequena (chaleira, ou o que tiver à mão para fervura), coloque 200 ml de água e uma colher de sopa de sal (o de cozinha, mesmo). Misture bem para o sal dissolver completamente, até obter uma mistura homogênea. Ferva o cavalete nessa água com sal por 10 ou 15 minutos. 

Se a água for evaporando, cobrir novamente o cavalete. Não é necessário acrescentar mais sal, pois o sal não evapora. 

Depois, retire o cavalete e coloque-o para secar no forno, em 280°, por uns 8 minutos, com ele de pé, para não empená-lo. Não deixe passar disso, pois aí começará o processo de carbonização da madeira.

Depois retire do forno, e deixe-o secar ao ar livre por mais 4 horas. Isso é importante, pois quando você retira o cavalete do forno, a madeira está propícia a se deformar com a temperatura. Em resumo, todo esse processo gera uma transformação química molecular da madeira, que mudará sua densidade, melhorando um pouco o seu desempenho. 

   
Lembrando: CUIDADO COM ESTE PROCEDIMENTO

Limpeza e conservação das cordas

 Com o passar do tempo, as cordas têm uma tendência a oxidar devido ao ácido úrico que nossas mãos e dedos produzem naturalmente. E também, pode se acumular crostas de breu nas cordas, na região em que o arco passa para tocar.


 O Álcool Isopropílico é muito utilizado em eletrônica e em algumas fórmulas farmacêuticas, por possuir ação altamente antioxidante. Então basta limpar as cordas com uma flanela limpa, umedecida com álcool isopropílico, tomando muito cuidado para não atingir áreas do verniz do instrumento ou do espelho, pois pode corroer o verniz do instrumento, ou o polimento do espelho. Essa operação pode ser feita uma vez por mês. .
Observação: Esse método tem como finalidade prevenir ou retardar oxidação das cordas, mas não corrige e nem recupera cordas oxidadas e enferrujadas.



Mas, acima de tudo CUIDADO

Lavar a crina do arco

Chega um momento, em que se sente a crina está “grossa” ao passar pelas cordas, ou que o “agarre” dela está estranho, como se estivesse agarrando muito, e saindo pouco som. Isso indica que há excesso de breu na crina. Isso se deve a três fatores: Obviamente, passar breu em excesso (não é necessário passar breu na crina todos os dias), quando já está se passando breu há muito tempo (mais de um ano) e quando se usa mais de um tipo de breu no mesmo arco. 

Essa combinação resulta em desempenho “confuso” pela mistura das propriedades individuais que cada breu possui. Em algumas combinações (desconhecidas), pode ser que se tenha muita sorte, e faça uma mistura excepcional. 

Mas na grande maioria das misturas, o resultado é apenas um: comprometimento de desempenho. Então, quando um desses dois fatores citados acima se torna evidente, é porque está na hora de lavar a crina para se retirar o excesso de breu, ou dar um “reset” na crina. 

Então o que  fazer?       Separar uma tigela ou pote (pode ser de margarina, mas deve estar limpo sem gordura alguma), e 1 litro de álcool etílico 92°, e um pincel. Desrosquear o pino do talão e soltar a crina. Encha a tigela ou pote até a metade com álcool, e com cuidado para não deixar o álcool pegar na madeira, lavar a crina com pinceladas, mergulhando a crina em partes na tigela. 

Faça por toda a extensão da crina, até o álcool ficar amarelado. Troque o álcool da tigela por um limpo, e repita a operação até notar que o álcool está saindo límpido da operação. Depois, pegar a crina pelo talão, e chacoalhar levemente para não quebrar nenhum fio, a fim de soltar todos os fios do arco. Esse processo deve ser feito antes do álcool secar na crina, e deverá ajudar a secar sem que os fios fiquem grudados uns nos outros.


muito cuidado para fazer este procedimento

Tamanhos e tipos de violinos



O violino tem vários tamanhos, devido a paixão de seus intrumentistas que começa desde cedo e precisam de instrumentos de acordo ao seu tamanho.
Além de diversos tamanhos, o violino possui vários formatos que vão do clássico/barroco a modernos e até versões elétricas.
Devido a seu som apaixonante o violino é um dos poucos instrumentos que estão presente em praticamente todos os estilos musicais: clássco, sacro, sertanejo, forró, dance, mpb e muito mais... 




Exemplo de violinos modernos.





Este é um antigo violino chamado Stroh, ele não tem caixa de ressonância e sim uma corneta acoplada ao cavalete, mesmo parecendo estranho, e é, ele tem um som muito suave e forte e é considerado uma relíqia já que não é mais fabricado a séculos.



Muito usado em bandas modernas eis um modelo de violino elétrico, esse aqui é feito com bambú, mas existem metálicos , plásticos, de fibra e etc.