A história do ARCO
Historia dos arcos de violino , no período barroco, era de costume todos os artesãos construírem arcos para seus instrumentos, então a especialidade de fazer arcos como se tem hoje, se deu após a era de ouro italiana da luteria, esses profissionais de hoje são chamados de Archetaios (italiano), archetier (francês), e arqueteiro (português), são profissionais que se dedicam especialmente à feitura desses fabulosos instrumentos, como existe a grande tradição de Cremona Itália ser a mãe áurea da lutheria, também se tem a tradição que a cidade de Mirencourt (França) é a mãe áurea da arqueteria, se tem grandes artesãos na França, os mais famosos e reconhecidos no que se diz em desenvolvimento e pesquisas de arco. Os mais famosos e mais excelentes artesãos são os franceses Fraçois Tourte (1747 – 1835), que trabalhou com grandes violinistas para o aperfeiçoamento dos arcos, sobre tudo como o virtuose italiano Giovanni Batista Viotti (1755-1824), foi Tourte quem mudou os princípios do arco barroco, que tinha sua curva côncava e não funcionava bem para determinadas técnicas, mas a pedido de Viotti, mudou a curva para convexa, e logo após se mudou o tamanho do arco a pedido do grande Paganini, e assim se chegou ao que hoje conhecemos, é claro que é uma explicação bem rápida, pois neste progresso, se fizeram os arcos que chamamos de transição. Este mesmo Tourte descobriu que uma de nossas madeiras mais nobres era a mais interessante para se fazer arcos, o Pau-Brasil, mais precisamente da espécie Pernambuco, por ter suas fibras peculiares, e boa resistência e elasticidade, passou a ser utilizado como a madeira de melhor desempenho para os arcos, e assim é ate hoje.
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